Fazei com que entendamos a vossa vontade e nunca a nossa, entregando-nos às vossas mãos fortes para conduzir-nos;
Permite que possamos desincumbir-nos dos deveres que nos cabem, mas, não conforme os nossos desejos;
Lançai Vosso olhar sobre nós, a fim de que tenhamos a claridade da Vossa ternura, e não as sombras da nossa ignorância;
Abençoai os nossos propósitos de servir-Vos, quando somente nos temos
preocupado em utilizar de Vosso santo nome para servir-nos;
Envolvei-nos na santificação dos Vossos projetos, de forma que sejamos
Vós em nós, porquanto ainda não temos condição de estar em Vós;
Dominai os nossos anseios de poder e de prazer, auxiliando-nos na conquista real da renúncia e da abnegação;
Ajudai-nos na compreensão de vossos labores, amparando-nos em nossas
dificuldades e socorrendo-nos quando mergulhados na argamassa celular;
Facultai-nos a dádiva de Vossa paz, de modo que a distribuamos por onde
quer que nos encontremos e todos a identifiquem, compreendendo que
somos Vossos servidores dedicados...
...e porque a morte restituiu-nos a vida gloriosa para continuarmos a
trajetória de iluminação, favorecei-nos com a sabedoria para o êxito da
viagem de ascensão, mesmo que tenhamos que mergulhar muitas vezes nas
sombras da matéria, conduzindo porém, a bússola do Vosso afável coração
apontando-nos o rumo.
Senhor!
Intercedei, junto ao Pai Todo Amor, por Vossos irmãos da retaguarda, que somos quase todos nós, os trânsfugas do dever.
Livro: "Transição Planetária" de Divaldo Pereira Franco pelo Espírito de Manoel
Philomeno de Miranda.
junho 09, 2014
junho 06, 2014
A Vida e a Morte
70. Em que se transformam a matéria e o principio vital dos
seres orgânicos após a morte?
— A matéria inerte se decompõe e vai formar novos seres; o
princípio vital retorna à massa.
Comentário de Kardec:
Após a morte do ser orgânico, os elementos que o formavam passam por novas
combinações, constituindo novos seres que haurem na fonte universal o principio
da vida e da atividade. absorvendo-o e assimilando-o, para novamente o
devolverem a essa fonte, logo que deixarem de existir.
Os órgãos estão, por assim dizer, impregnados de fluido
vital. Esse fluido dá a todas as partes do organismo uma atividade que lhes
permite comunicarem-se entre si, no caso de certas lesões, e restabelecerem
funções momentaneamente suspensas.
Mas quando os elementos essenciais do funcionamento dos
órgãos são destruídos ou profundamente alterados, o fluido vital não pode
transmitir-lhes o movimento da vida, e o ser morre.
Os órgãos reagem mais ou menos necessariamente uns sobre os
outros; é da harmonia do seu conjunto que resulta essa reciprocidade de ação.
Quando uma causa qualquer destrói esta harmonia, suas funções cessam, como o
movimento de um mecanismo cujas engrenagens essenciais se desarranjaram; como
um relógio gasto pelo uso ou desmontado por um acidente, que a força motriz não
pode pôr em movimento.
Temos uma imagem mais exata da vida e da morte num aparelho
elétrico. Esse aparelho recebe a eletricidade e a conserva em estado potencial,
como todos os corpos da Natureza. Os fenômenos elétricos, porém, não se
manifestam, enquanto o fluido não for posto em movimento por uma causa
especial, e só então se poderá dizer que o aparelho está ativo. Cessando a
causa da atividade, o fenômeno cessa; e o aparelho volta ao estado de inércia.
Os corpos orgânicos seriam, assim, como pilhas de aparelhos elétricos, nos
quais a atividade do fluido produz o fenômeno da vida: a cessação dessa
atividade ocasiona a morte.
A quantidade de fluido vital não é a mesma em todos os seres
orgânicos: varia segundo as espécies, e não é constante no mesmo indivíduo, nem
nos vários indivíduos de uma mesma espécie. Há os que estão, por assim dizer,
saturados do fluido vital, enquanto outros o possuem apenas em quantidade
suficiente. É por isso que uns são mais ativos mais enérgicos e, de certa
maneira, de vida superabundante.
A quantidade de fluido vital se esgota. Pode tornar-se
incapaz de entreter a vida se não for renovada pela absorção e assimilação de
substâncias que o contem.
O fluido vital se transmite de um indivíduo a outro. Aquele
que o tem em maior quantidade pode dá-lo ao que tem menos e, em certos casos,
fazer voltar uma vida prestes a extinguir-se.
Livro dos Espíritos por Allan Kardec – Cap. 4 – Princípio
Vital – II - A Vida e a Morte. Pergunta 70.
junho 03, 2014
junho 02, 2014
junho 01, 2014
Oração por segurança e prosperidade
Você precisa abandonar a preocupação e o medo. Se
não o consegue, é porque se esqueceu do Todo-Poderoso, que é Deus. Este Ser
grandioso é que age através de você. Por isso, tenha a inabalável convicção
de que somente coisas boas acontecerão para você. Não se esqueça de que está
sob a proteção de Deus! Você é filho de Deus! Deus, que é seu Pai, alegra-se
em ver o filho feliz. Mentalize
do seguinte modo:
|
Protegido por Deus, sou sempre saudável.
Protegido por Deus, sou sempre feliz. Protegido por Deus, sou sempre próspero. Protegido por Deus, estou sempre seguro. A Sabedoria de Deus sempre me orienta em direção à segurança e à prosperidade.
Do livro: Minhas Orações - Masaharu Taniguchi
|
maio 30, 2014
Meimei
Alegria é cântico das horas com que Deus te afaga a passagem no mundo.
Em toda parte, desabrocham flores por sorrisos da natureza e o vento penteia a cabeleira do campo com música de ninar.
A água da fonte é carinho liquefeito no coração da terra e o próprio grão de areia, inundado de sol, é mensagem de alegria a falar-te do chão.
Não permitas, assim, que a tua dificuldade se faça tristeza entorpecente nos outros.
Ainda mesmo que tudo pareça conspirar contra a felicidade que aspiras, ergue os olhos para a face risonha da vida que te rodeia e alimenta a alegria por onde passes.
Abençoa e auxilia sempre, mesmo por entre lágrimas.
A rosa oferece perfume sobre a garra do espinho e a alvorada aguarda, generosa, que a noite cesse renovar-se, diariamente, em festa de amor e luz.
Meimei
Em toda parte, desabrocham flores por sorrisos da natureza e o vento penteia a cabeleira do campo com música de ninar.
A água da fonte é carinho liquefeito no coração da terra e o próprio grão de areia, inundado de sol, é mensagem de alegria a falar-te do chão.
Não permitas, assim, que a tua dificuldade se faça tristeza entorpecente nos outros.
Ainda mesmo que tudo pareça conspirar contra a felicidade que aspiras, ergue os olhos para a face risonha da vida que te rodeia e alimenta a alegria por onde passes.
Abençoa e auxilia sempre, mesmo por entre lágrimas.
A rosa oferece perfume sobre a garra do espinho e a alvorada aguarda, generosa, que a noite cesse renovar-se, diariamente, em festa de amor e luz.
Meimei
maio 25, 2014
Que pedes à vida, amigo?
Que pedes
à vida, amigo?
Os ambiciosos reclamam reservas de milhões.
Os egoístas exigem todas as satisfações para si somente.
Os arbitrários solicitam atenção exclusiva aos caprichos que lhes são próprios.
Os vaidosos reclamam louvores.
Os invejosos exigem compensações que lhes não cabem.
Os despeitados solicitam considerações indébitas.
Os ociosos pedem prosperidade sem esforço.
Os tolos reclamam divertimentos sem preocupação de serviço.
Os revoltados reclamam direitos sem deveres.
Os extravagantes exigem saúde sem cuidados.
Os impacientes aguardam realizações sem bases.
Os insaciáveis pedem todos os bens, olvidando as necessidades dos outros.
Essencialmente considerando, porém, tudo isto é verdadeira loucura, tudo fantasia do coração que se atirou exclusivamente à posse efêmera das coisas mutáveis.
Vigia, assim, cautelosamente, o plano de teus desejos.
Que pedes à vida?
Não te esqueças de que, talvez nesta noite, pedirá o Senhor a tua alma.
Chico Xavier - Emmanuel
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